Um rapaz zen, exceto quando… #crônicasdemetro

Um rapaz zen, exceto quando… #crônicasdemetro

Metrô lento assassina o hippie que mora em mim! Metrô lotado também me traz a vontade de me tornar uma espécie de Gabriel Medina da periferia e praticar um surf sobre o vagão. Mas quem gosta dessas duas situações?

Compartilho aqui com vocês outras coisas que me irritam profundamente nesse meio de transporte incrível que teve seu início em São Paulo no dia quatorze de setembro de 1974:

Chuvas torrenciais, suicidas mais conhecidos como usuários na via e panes inexplicáveis na estação Anhangabaú nada mais são que urucubacas de atrasildos que precisam de algum contratempo para botar a culpa. Essas pessoas costumam filmar o aglomerado de gente na plataforma e enviar o vídeo para o grupo do escritório como justificativa do atraso.  Sim! Essas pessoas me irritam!

Confesso que eu tenho um grande ódio de gente que senta no chão do vagão! Que cansaço é esse que não dá pra ficar em pé durante meros quarenta minutos? Tenho vontade de me dirigir a essas pessoas e falar a seguinte frase de professor: Você acha que está na sua casa?

Eu também fico puto com pessoas que não têm competência de abastecer o bilhete único nas máquinas e ficam durante oitos horas insistindo, além de não conseguirem, ainda contribuem para o crescimento da fila em 15 km. Nessas horas eu perco a fé no ser humano.

Mas nada disso me irrita mais do que casais que se beijam dentro do vagão! Por que geralmente casais assim fazem tanto barulho ao se beijar? Já repararam? Eles sempre me fazem trocar de vagão e de humor!

Nesse texto eu fui ressentido, antipático e grosseiro. Para compensar tudo isso na próxima semana falarei sobre coisas que eu gosto do metrô! Não percam (voz de Silvio Santos).

 

Texto colaborativo by Fabio Gabriel.

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